Idealizadora da Marginália. Escreve poesia e prosa, desenha nas margens, pesquisa sobre Teoria Literária e brinca com gatos na rua.
Odisseu sabia. Freud sabia. Hoje eu sei. Volto pro artigo - me sinto infinitamente presa nessa cadeira de escritório homérica enquanto uma SENTADINHA me invade o ouvido.
ler a crônica →"Você fala alguma coisa sobre a solidão das almas pós-sexo"
ler o poema →Os rastros dos traços na pele.
ler o poema →Eu como melancia como quem morre.
ler a crônica →Um livro de poemas em que as fronteiras entre as páginas ficam nos limiares — as águas se tocam, se fundem e se encontram no fundo de quem lê.
ler o pitaco →Serperteando
ver no ateliê →